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Marlon Reis se apresentará também em Itu SP
23/03/2017


O Dr. Marlon Reis apresentará sua palestra também em Itu, SP.


- Dia 03.04.2017, segunda-feira - Às 09:00 horas
  na Faculdade de Direito de Itu - FADITU

- Av. Tiradentes, 1.817 - Parque Industrial - Itu - SP
A entrada é livre.





Organização e realização:

  - Faculdade de Direito de Itu - FADITU
  - 
Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 15ª Região - AMATRA
  - Programa Trabalho, Justiça e Cidadania - TJC - AMATRA


Apoio de:


  - Instituto Defenda Sorocaba - IDS
  - Conselho Maçônico de Sorocaba e Votorantim
  - Grupo Local de Ação Política de Sorocaba - CLAP

  - TV COM Sorocaba

Na manhã da segunda feira, dia 03.04.2017, as instituições relacionadas realizarão em Itu, SP, uma palestra do ilustre Dr. Marlon Reis, com o tema "A Luta por Eleições Limpas".

Sugerem que leve seu título de eleitor, para assinar o projeto de iniciativa popular da Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas. Mais informações no site:
http://www.reformapoliticademocratica.org.br/conheca-o-projeto/


Além de muitas e frequentes no Brasil, as palestras do Dr. Marlon Reis já foram realizadas também no México, Alemanha, Tunísia e Malásia.

Marlon Jacinto Reis é advogado e jurista brasileiro, relator da Lei da Ficha Limpa e idealizador da expressão "Ficha Limpa". Foi o primeiro juiz a impor aos candidatos a prefeito e a vereador a revelação dos nomes dos financiadores de suas respectivas campanhas, antes da data da eleição.
 
Ganhou notoriedade como juiz de direito, cargo que ocupou até abril de 2016, e pelo combate à corrupção no Brasil. Em 2010 a Associação Brasileira dos Magistrados, Procuradores e Promotores Eleitorais - ABRAMPPE o indicou para ministro do Supremo Tribunal Federal - STF. É um dos fundadores do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral - MCCE, participou do Draper Hills Summer Fellowship Program da Universidade de Stanford, em 2013 recebeu a Comenda Dom Hélder Câmara, concedida pelo Senado Federal e, por 19 anos, foi juiz de direito no Maranhão.
 
Em 2002, com lideranças sociais, idealizou e fundou o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral - MCCE, rede de abrangência nacional que reúne 50 das mais importantes organizações sociais brasileiras.
 
Em 2004 foi agraciado com o prêmio do Instituto Innovare, concedido pela Fundação Getúlio Vargas - FGV, pelo Ministério da Justiça e pela Associação dos Magistrados Brasileiros - AMB, ao defender o diálogo entre a justiça eleitoral e a sociedade civil organizada.
 
Em 2008 assumiu a função de auxiliar da presidência do Tribunal Superior Eleitoral - TSE, onde idealizou e coordenou a realização de 1.500 audiências públicas em todo o território nacional. Os eventos se deram durante a “Campanha Eleições Limpas”.
 
Em 2009 a Revista Época o considerou um dos 100 brasileiros mais influentes do ano.
 
Em 2010 foi o relator da Lei da Ficha Limpa, com a lei foi aprovada em junho do mesmo ano, após a coleta das assinaturas.
 
Em 2012 recebeu o prêmio do Escritório das Nações Unidas contra as drogas e o Crime.
 
Em 2014, em entrevista à ÉPOCA, Marlon Reis defendeu o fim das doações privadas a campanhas eleitorais, e a votação em dois turnos para o Legislativo, em que primeiro se vota no partido e depois nos candidatos, além da permissão à propaganda na internet.
 
Em novembro de 2015 foi agraciado com o título de cidadão benemérito da cidade de Vinhedo, SP, em propositura do vereador Rodrigo Paixão.
 
Em janeiro de 2016 recebeu o título de doutor pela Universidad de Zaragoza, na Espanha, por sua tese “La construcción social del princípio constitucional de la protección”.
 
Em outubro de 2016, Marlon Reis e o ministro do STF Luís Roberto Barroso defenderam mudanças no foro privilegiado. Eles estiveram com senadores que integram a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania - CCJ e defenderam modificações no modo como autoridades com foro privilegiado devem ser julgadas. Eles sugeriram a criação de uma vara especializada em Brasília, formada por um juiz principal e auxiliares, para cuidar dos casos. O presidente da CCJ, José Maranhão - PB, disse se empenhar em acelerar a tramitação da PEC do foro, de autoria do senador Álvaro Dias.
 
Em novembro de 2016, em nome do REDE, entrou com uma liminar no STF pedindo o afastamento do senador Renan Calheiros da presidência do Senado, com base no próprio entendimento da Corte, de que réu não poderia estar na linha de sucessão presidencial do Brasil. A liminar foi aceita em 5 de dezembro pelo ministro Marco Aurélio Mello. Entretanto não chegou a ser cumprida pelo Senado, que aguardou o plenário do STF se manifestar. Em 7 de dezembro o STF decidiu por 6 votos a 3 manter Renan Calheiros na presidência do Senado.
 
Escreveu diversos livros, entre eles o “Direito Eleitoral Brasileiro” e “A República da Propina”. Em junho de 2014 lançou o livro “O Nobre Deputado. Relato chocante (e verdadeiro) de como nasce, cresce e se perpetua um corrupto na política brasileira”.
 
IDS

 

palestra-marlon-reis-em-itu-sp.pdf





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